Depois
dos recentes acontecimentos no âmbito da Universidade Federal do Maranhão, uma
pergunta fica no ar, UFMA o que fizeram com você? É claro que não devemos
generalizar, é público e notório a importância da universidade para a sociedade
maranhense, talvez seja esse o seu principal objetivo, formar bacharéis,
mestres, doutorados em diversos ramos das ciências humanas e exatas, e logo em
seguida devolvê-los a sociedade.
Nos
últimos tempos acontecimentos que fogem a normalidade de uma instituição de ensino
superior, vem acontecendo na UFMA causando espanto e revolta nos
maranhenses. Recentemente aconteceu o Primeiro Seminário da Juventude Porra-Louca Militância e Resistência.
Os
“universitários” integrantes da militância se dizem seguidores de Inês Brasil e
declaram que a mesma é um dos seus referenciais teóricos.
Esse tal encontro
porra-louca nada mais é do que uma confissão da natureza dessas pessoas. Da
completa e assumida incapacidade de aceitar um debate sério. Abraçam a miséria
mental porque são incapazes de produzir qualquer riqueza intelectual.
É
papel da opinião pública cobrar da classe universitária, consciência politica e
social, apuro educacional, em suma cidadãos revertidos de seu papel na
sociedade, é obrigação dessa classe ditar os rumos do progresso de uma nação,
fica a cargo deles, os avanços em diversas áreas da sociedade organizada, todo
o conhecimento devidamente reconhecido ao longo dos séculos, surgiram no
interior das instituições de ensino para depois se espalhar, auxiliando
cidadãos de uma nação e por quem não dizer o planeta inteiro.
Os
recentes acontecimentos na UFMA por parte de sua juventude universitária
produzem em nós cidadãos maranhenses os mais asquerosos instintos. Usar
conhecimento para causar anarquia decadente, apologia a causas destrutivas, sem
nenhum senso de responsabilidade, merece de nossa parte os mais tristes
comentários. Algo está fora do lugar na UFMA e não é de hoje, é visível com o
passar dos anos, o aumento crescente de um corpo docente revestido de viés
esquerdo-marxista-reacionário, não são todos, mas tais professores direcionam
uma grande leva de novos universitários rumo a um aprendizado retilíneo, com
profunda ausência de senso crítico, jovens recém-chegados aos cursos das áreas
humanas são em sua maioria levados a acreditar piamente em teorias malfadadas e retrógradas.
A
uma semana atrás um jovem universitário foi esfaqueado em uma das famosas
“calouradas” que são nada mais que festas sem nenhum policiamento, onde o uso
de drogas e outras coisas ilícitas rolam soltas. Qual será o legado deixado
pela atual geração de universitários da UFMA a sociedade maranhense? que essa pergunta continue no ar.
Natan
Castro - Editor
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